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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Protesto silencioso no México

Em silêncio e sob chuva, milhares de zapatistas deixaram suas comunidades nas montanhas de Chiapas e tomaram pacificamente as ruas de San Cristobal de las Casas, Ocosingo e Las Margaritas. Caminhando com as bandeiras da EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional) e do México, o grupo voltou a se manifestar depois de anos de silêncio. Em um ato simbólico que durou algumas horas, os descendentes dos maias aproveitaram o dia em que muitos esperam o fim do mundo para sair às ruas do país. Esta época é importante para os zapatistas porque foi em 22 de dezembro de 1997 que o Estado mexicano, por meio de cem paramilitares, assassinou 45 indígenas, sendo 18 crianças e 22 mulheres, enquanto rezavam em um templo religioso em Chiapas. Depois de 15 anos, o massacre de Acteal, ainda não foi julgado. Em 30 de janeiro de 2008, porém, a Comissão Civil Internacional de Observação dos Direitos Humanos sinalizou que o Estado teve responsabilidade nos fatos. Por essa razão, o presidente do México na segunda metade da década de 1990, Ernesto Zedillo, foi acusado de ser o responsável político pelo massacre. No entanto, em setembro deste ano Zedillo foi absolvido nos Estados Unidos, onde mora atualmente. http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/26161/mexico+zapatistas+retomam+marchas+em+chiapas+no+fim+da+era+maia++.shtml?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

O Museu do Índio - locação

Locação para a Dança dos Mortos de Tom e Shane, no México. Se possível vamos filmar assim que o Caio voltar de Curitiba.

O Museu do Índio



O prédio que abrigava o Museu do Índio foi fundado em 1953 pelo Marechal Rondon e por Darcy Ribeiro. Permaneceu exercendo esta função social e cultural até 1977, quando foi abandonado e lentamente ocupado por marginais e moradores de rua. Em 2006, 35 índios de 17 etnias diferentes, oriundos de diversas partes do Brasil, reivindicaram o direito sobre o prédio, respaldados pelo Ministério da Agricultura, e o ocupam até hoje. Lá constituíram a primeira aldeia indígena urbana do Brasil, a Aldeia Maracanã.

Em 2012, o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, adquiriu o imóvel da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), um órgão federal, pelo valor de R$ 60 milhões, espalhados em 180 parcelas. O governador alega que o prédio precisa ser demolido em função das obras que objetivam preparar o estádio do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014. A área hoje ocupada pelo museu seria transformada em shopping, estacionamento e praça de alimentação. Segundo o governo do estado, esta teria sido uma solicitação da FIFA, que negou o fato em carta enviada ao próprio Cabral.

Junto com a Escola Friedenreich, também na região, as representações indígenas tentam, na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Vereadores, o tombamento do prédio, que já foi defendido por diversas entidades reguladoras como o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural) e o CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia). O governo do estado ignorou todas as indicações oferecidas por estas entidades e mantém sua posição quanto à demolição do espaço. Até o momento, desde o anúncio da demolição, nenhum representante dos governos estadual e federal ou da prefeitura do Rio foi até a Aldeia Maracanã para dialogar em torno da questão com os índios que ocupam a propriedade.

O edital de licitação para a seleção de empresas responsáveis pela demolição estabeleceu o dia 20/12/2012 como prazo final para entrega das propostas. Sendo assim, é possível que o processo de demolição tenha início no dia 20/01/2013.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Caio e Gunnar no México



Eu vou dizer que a gente está no México. Eu vou dizer, calmo. Calma, eu vou dizer. Nós estamos no México. Tem uma praça, uma igreja ao lado, duas ruas, gente que sobe, gente que desce. Eu, você, no centro da praça. Eu, você. Você e eu. Eu vou dizer que, caralho, eu to apaixonado por você. Eu, você, no meio da praça. No México. Tem uma igreja ali, duas ruas, gente que sobe, gente que desce....

Para os rodopios cegos.
ESSA BORBOLETINHA.
Para o amor das sapatilhas gastas
NOSSO BALEZINHO.